Há dentro de nós uma espécie de horror ao vazio, que só o amor e Deus afinal podem preencher. Mas, desgraçadamente, tantas vezes fugimos de Deus e tentamos encher esse vazio. Enganamo-nos, enchemo-nos de coisas, de ruído, de vistas, de programas uns atrás dos outros, de compras. Enchemos os sentidos, enchemo-nos de sensações e perdemos o essencial.
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