É terrível quando as pessoas se fecham em si próprias. Não há medos que se vençam isoladamente. Era muito bom que fôssemos habituados a partilhar as nossas fraquezas, os nossos medos. Ser capaz de partilhar as dificuldades, os medos, de não se fechar cheio de vergonha num culto triste de si próprio! E então, a partir daí, superar e integrar adequadamente o medo, a dor e a confusão, sem recalque nem evasão.
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